Eu quero ser a folha leve

Cá estamos nós aqui de novo falando sobre a vida. Essa vida que passa por nossas mãos como água, sem conseguir segura-la ou controla-la. Essa vida que ensina de forma dura como ser, como agir, que ensina o que aceitar ou rejeitar. Que condiciona quem somos ou devemos ser, mas que também dá a escolha se queremos ou não viver!?


E é dessa vida que conversamos com os acolhidos essa semana, sobre as barreiras que se levantam e o que sentimos diante disso. O convívio coletivo exige características em comum, como respeito, empatia e compreensão, por isso a dinâmica dessa semana conduzida pela Assistente Social Juliana Evaristo e a Psicóloga Ana Azevedo foi uma motivação para fortalecer a importância de conhecer a si mesmo afim de evitar conflitos.


Uma folha em branco foi entregue para cada acolhido, e durante a dinâmica exemplos de adversidades foram citados. A cada exemplo eles amassaram sua folha de acordo com o sentimento causado e é claro, obtivemos resultados divertidos. Algumas folhas perderam a sua forma, transformando-se em "bolinhas de papel", outras ainda salvaram sua identidade e apesar de amassadas continuaram sendo folha.


Essa ação definiu um traço da personalidade dos participantes, revelando características que muitos não observavam em si mesmos, como por exemplo ser explosivo. Dessa forma conseguimos cumprir com o objetivo da dinâmica, faze-los refletir que a cada adversidade nossa folha amassa de um jeito diferente e conhecer-se é uma ferramenta para não perder a identidade, como a folha leve que virou uma "bolinha de papel".


Conhecer-se é ter a mente aberta. Permite encontrar potenciais escondidos, controlar impulsos e não desistir por qualquer "amassadinho".


Conhecer-se é também transformar-se e então, renascer. Paz e Bem!




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